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Toda semana, de terça a sexta.

Caixa, sócios e sucessão, nas empresas de quem assina. Os mesmos posts do LinkedIn, completos, com a imagem ou o carrossel, e a versão em inglês.

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05/04/2026

Você não precisa de mais motivação. Precisa parar de adiar decisões que já estão claras

Você não precisa de mais motivação. Precisa parar de adiar decisões que já estão claras.

Empreendedores não deixam de crescer por falta de esforço. Deixam de avançar quando transformam clareza em adiamento.

O problema já foi identificado. O que continua em aberto é a decisão.

E isso cobra preço:
• Caixa absorvendo erros que já poderiam ter sido eliminados
• Margem comprimida por escolhas que ninguém revisou
• Crescimento sustentando distorções que enfraquecem o negócio no médio prazo

Isso não é falta de capacidade. É tolerância com o que já deveria ter sido corrigido.

Em determinado nível, empreender muda. Não é mais sobre aprender. É sobre decidir, com precisão, o que você já sabe.

A pergunta não é o que ainda falta entender. É o que você já entendeu, e continua adiando.

Decisão adiada não é neutralidade. É custo acumulado.

Se isso te atingiu, você já sabe onde está o ponto.

O custo já começou.

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04/04/2026

O problema não é a guerra. É a defasagem nas salas de decisão

Comentário sobre o briefing de economistas-chefe do Fórum Econômico Mundial.

Um mês de guerra no Irã. O Fórum Econômico Mundial já convocou os economistas-chefe de Trafigura, Standard Chartered, FAO e Allianz para sentar numa mesa e discutir o que está vindo.

O tema não era geopolítica. Era colapso de commodities, pressão alimentar global e realinhamento de rotas de energia, tudo ao mesmo tempo.

Quando a FAO e a Allianz estão na mesma sala com urgência, o sinal não é de crise passageira.

O mundo está diante de um dos choques de energia e commodities mais severos das últimas décadas. E a maioria das empresas ainda está operando com premissas de 2023.

Esse é o problema real. Não a guerra. A defasagem entre o que está acontecendo e o que está sendo modelado nas salas de decisão.

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04/04/2026

Você não escolhe ser conselheiro

Comentário sobre a clapesme, de Robinson Felix, empresa que apoiei desde o início.

Você não escolhe ser conselheiro.
Você é colocado nessa posição quando alguém decide crescer de verdade.

Eu estive no início da clapesme.
Ajudei a organizar o que ainda era intenção.
Apoiei o Robinson Felix em decisões que ainda não tinham nome, só risco.

E é aí que a maioria erra:
Acha que conselho é sobre opinar.
Não é.

É sobre sustentar decisões quando ainda não existe validação.

Hoje, ver o Robinson voando não é surpresa.
É consequência de quem teve coragem de decidir antes de estar pronto.

Tenho orgulho de ter sido "forçado" a ocupar esse lugar.
Porque é ali que o jogo muda, não no palco, mas na construção.

Se você ainda trata conselho como conversa, está perdendo o ponto.
Conselho de verdade é onde decisões difíceis deixam de ser adiadas.

Parabéns, meu amigo.
Isso é só o começo, e eu faço questão de estar na primeira fila quando o seu maior sonho se tornar inevitável.

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03/04/2026

O Brasil pode virar um polo global de data centers

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O Brasil pode virar um polo global de data centers.

E a maioria vai assistir isso acontecer.

Porque não é falta de oportunidade.

É incapacidade de decisão.

Todo mundo já entendeu o movimento:
IA crescendo
demanda por processamento explodindo
energia como fator crítico

Mas quase ninguém está preparado para decidir:
• onde investir de verdade
• como garantir energia com previsibilidade
• como escalar sem destruir margem
• como estruturar operação para suportar isso

O mercado não recompensa quem entende.

Recompensa quem decide antes.

E quem decidir errado, paga caro.

Se você está olhando para esse movimento e ainda não estruturou como entrar, você já está atrasado.

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01/04/2026

Você não tem um problema de crescimento

Você não tem um problema de crescimento.

Você tem um problema de decisão.

A empresa cresce, abre canal, aumenta equipe...
e a margem começa a desaparecer.

Não é o mercado.
Não é o time.

É a falta de critério.

Crescimento sem direção não escala.
Desorganiza.

Se você não consegue explicar com clareza:
• onde está ganhando dinheiro
• onde está perdendo
• e o que deve parar

Você não está crescendo.
Está acumulando problema.

Se quiser estruturar isso antes que vire crise, vamos conversar.

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29/03/2026

Fazer o básico ser executado com excelência

Neste ano, é crucial que todo empresário, seja pequeno, médio ou grande, concentre seus esforços em fazer o básico ser executado com excelência.

Uma abordagem focada no essencial pode ser a chave para navegar os desafios e garantir a solidez do negócio.

O que você considera o "básico" que precisa ser aperfeiçoado?

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28/03/2026

Honestamente, a decisão de lançar um negócio de cara ou com cautela depende inteiramente da natureza do negócio

Honestamente, a decisão de lançar um negócio de cara ou com cautela depende inteiramente da natureza do negócio.

No meu caso ao abrir a oficina, a inovação não estava no conceito em si (uma oficina de shopping), mas sim na estratégia de redução de custos. Consegui replicar o faturamento de uma oficina de rua com 50% a menos de despesas.

A chave foi entender o que poderia ser otimizado para gerar economia.

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21/03/2026

Este ano é de caos, e a inovação pode parecer distante

Este ano é de caos, e a inovação pode parecer distante.

Embora existam inúmeras oportunidades, não adianta buscar o 'novo' se as bases estão desorganizadas. De que vale expandir um negócio se a contabilidade e tributação estão incorretas? O básico precisa ser feito corretamente.

Ampliar um negócio dez vezes pode levar à ruína se os fundamentos falharem. Pense fora da caixa, mas não abandone a estrutura que a sustenta.

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17/03/2026

Quatro tendências que a McKinsey colocou na mesa

Você sente que o ritmo das inovações tecnológicas e mudanças de mercado está acelerado demais?

Para ajudar líderes e profissionais a navegarem pelas complexidades do cenário atual, a McKinsey & Company reuniu seus especialistas na série McKinsey Explainers, oferecendo respostas diretas sobre os temas que estão moldando o futuro dos negócios.

Aqui estão quatro tendências críticas que você precisa acompanhar agora:

1. Agentic AI (IA Agente): Estamos indo além do chat. A nova fronteira da IA envolve máquinas que não apenas conversam, mas agem, redesenhando fluxos de trabalho e a colaboração entre humanos e tecnologia.

2. Sovereign AI (IA Soberana): O controle sobre a infraestrutura de IA tornou-se uma prioridade estratégica. Países e empresas buscam autonomia sobre seus dados e tecnologias para garantir segurança e competitividade.

3. A Economia do Cérebro (Brain Economy): A saúde cerebral e as habilidades cognitivas são agora vistas como os pilares fundamentais para o crescimento, resiliência e o futuro do trabalho.

4. Health Span (Expectativa de Vida Saudável): Com o envelhecimento da população, o foco mudou de apenas viver mais para viver melhor. Melhorar a saúde ao longo da vida tornou-se uma prioridade social e econômica.

Seja explorando o futuro da mobilidade, os desafios da sustentabilidade ou os novos modelos de liderança, entender esses conceitos é o primeiro passo para transformar desafios em oportunidades estratégicas.

Qual dessas tendências você acredita que terá o maior impacto na sua indústria este ano?

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17/03/2026

A inovação da oficina no shopping estava no custo

A oficina no shopping pode não parecer inovadora em si, mas a inovação real está na redução de custos.

Ao operar em um shopping, os custos operacionais podem ser drasticamente menores em comparação com uma oficina de rua. Isso se dá pela ausência de necessidades como banheiros, áreas de espera, internet para clientes e estacionamento próprio, além da segurança já provida pelo local.

Esses fatores, que podem parecer pequenos individualmente, somam-se e resultam em uma economia significativa, impactando diretamente a lucratividade.

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16/03/2026

A reforma tributária já começou

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A reforma tributária já começou.

Mas poucos líderes entenderam o tamanho da transformação que está por vir.

Nesta sexta-feira dia 13/03/2026, participei recentemente do Ponto de Encontro do IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, um espaço extremamente rico de troca entre profissionais que vivem governança na prática.

Durante o encontro discutimos, com base na apresentação da EY, algo que vai muito além de mudança de alíquotas.

Estamos falando de uma mudança estrutural no modelo de tributação brasileiro.

O sistema atual com múltiplos tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS caminha para um modelo de IVA dual, baseado principalmente em CBS (federal) e IBS (estadual/municipal), com uma lógica de tributação mais simples e baseada no destino das operações.

Na teoria, isso promete:

• simplificação tributária
• redução do custo Brasil
• menos litígios fiscais
• maior transparência na formação de preços

Mas na prática, os desafios estratégicos são enormes.

Entre os pontos que mais geraram debate no encontro:

• Empresas terão que conviver com dois sistemas tributários simultaneamente até 2032.
• Cadeias logísticas e estruturas societárias podem precisar ser redesenhadas.
• Contratos de longo prazo podem precisar ser repactuados para evitar desequilíbrio econômico-financeiro.
• Modelos de precificação e margens terão que ser recalculados em vários setores.

Ou seja:

A reforma tributária não é apenas um tema fiscal.

É um tema estratégico.

Ela impacta decisões de:
• expansão
• supply chain
• precificação
• M&A
• governança
• planejamento de longo prazo

Agradeço ao IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa pelo espaço de reflexão e, em especial, à Rafaella Reysla Vilela, pela excelente condução e dinâmica do encontro.

Esses ambientes de troca mostram algo importante:

Governança não é apenas estrutura.
É inteligência coletiva aplicada às grandes decisões.

Agora quero ouvir quem está na linha de frente das empresas:

Sua organização já começou a se preparar estrategicamente para a reforma tributária?

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16/03/2026

A verdadeira inovação não se resume a aplicar métodos pré-existentes como Toyota, ABC ou D

A verdadeira inovação não se resume a aplicar métodos pré-existentes como Toyota, ABC ou D. Chamar qualquer uso de metodologia de inovação é um equívoco.

Inovação genuína nasce da necessidade de resolver uma dor específica ou um problema particular com uma solução construída sob medida. Não é uma receita de bolo, mas sim a criação de algo verdadeiramente novo para um contexto único.

Qual é a sua perspectiva sobre o que define a inovação?

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