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Toda semana, de terça a sexta.

Caixa, sócios e sucessão, nas empresas de quem assina. Os mesmos posts do LinkedIn, completos, com a imagem ou o carrossel, e a versão em inglês.

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29/06/2026

Você não trava por falta de resposta. Trava porque está sozinho com ela

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Você não trava por falta de resposta. Trava porque está sozinho com ela.

A maioria confunde decidir sozinho com ter força. Eu já confundi também. Sozinho, você não fica mais livre. Fica mais exposto.

Minha primeira instrutora, Delania Santos, viu o que eu não via: a resposta já era minha, faltava a ferramenta pra aplicar. Ela não me deu o que eu não tinha. Tirou do caminho a única coisa que me travava: a falta de clareza sobre o que eu já sabia.

No seu pior momento, o modo sobrevivência liga e quem deveria te confrontar some. É aí que a decisão fica cara. Não por falta de informação, mas por excesso de proximidade com o próprio problema. Essa distância é o que se compra com Strategic Advisory de verdade, quando vira prática e não enfeite no organograma.

O ponto cego não some porque você é esperto. Some porque alguém de fora enxerga.

Todo mundo trava na mesma briga. A diferença é quem você coloca do seu lado antes do mercado cobrar a conta.

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26/06/2026

A decisão mais cara da sua empresa não é a errada. É a que você nunca fecha

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A decisão mais cara da sua empresa não é a errada. É a que você nunca fecha.

Fechei a semana inteira em cima de estratégia.

A maioria das empresas não tem estratégia. E não é por falta de capacidade. É uma mistura de não saber, não querer, e o comodismo de acordar, ir trabalhar e viver o dia que aparecer. Sem olhar para frente. Sem pensar no ano seguinte.

O mais incômodo é que ninguém foi pego de surpresa. Todo mundo sabia que esse ano vinha cheio. Feriados no meio da semana, Carnaval, Copa, eleições, mudança tributária. Estava tudo no calendário, à vista, desde o ano passado. A única pergunta é se você se organizou para isso, ou se apenas deixou o ano acontecer com você.

Porque estratégia não é privilégio de quem estudou mais ou sabe das coisas. É a vantagem de quem olha para o ano inteiro e decide, antes, o que fazer para que esses eventos não decidam por ele. É onde entra Business Strategy de verdade: o ano trabalhando a seu favor, não contra.

Antes de fechar a semana, três perguntas:

• Há quanto tempo a mesma decisão volta para a pauta e sai sem ser fechada?
• Quanto já custou, em caixa e em posição, a estratégia que ninguém decidiu?
• O adiamento virou método dentro da sua empresa?

Cada dia que você empurra parece de graça. No fim do ano, vira a soma de todas as decisões que você não tomou.

Decisão errada tem correção. Decisão adiada tem fatura. E a fatura é sempre maior.

Essa fatura não espera o balanço de dezembro. Cada trimestre que você adia sai da sua margem, e não volta.

Não existe recomendação. Existe decisão.

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25/06/2026

O maior risco da sua estratégia não é ela estar errada. É ela ter funcionado

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O maior risco da sua estratégia não é ela estar errada. É ela ter funcionado.

Toda estratégia que deu certo foi desenhada para um tamanho específico de empresa. O problema aparece depois: a empresa cresceu, e a estratégia continua a mesma. O que te trouxe até aqui foi pensado para a operação de três anos atrás. Hoje ela não é mais o motor. Virou o teto.

Atualizar planejamento soa como tarefa de fim de ano. Na prática, é o que mantém Business Strategy colada ao tamanho real da empresa, não ao que ela já foi. E essa atualização precisa descer por toda a estrutura. Estratégia que fica só na cabeça do dono não vira direção, vira ruído, com cada área remando para um lado diferente.

Mudou também o relógio. Antes, planejamento de 5 anos e objetivo de 10. Hoje esse mecanismo quebrou. O que era anual virou revisão trimestral. O horizonte de 5 anos virou 3. O de 10 virou 5. Não porque o longo prazo deixou de importar, mas porque a volatilidade encurtou a distância que você consegue enxergar.

Por isso opero hoje muito mais perto da operação. De longe, o contexto escapa, e a estratégia chega atrasada.

Antes de defender a sua, três perguntas:

• O que segue na sua estratégia por hábito, e não porque ainda faz sentido?
• O que funcionava quando a empresa era menor virou o limite que segura ela agora?
• A sua estrutura de decisão cresceu junto, ou só o faturamento?

Nenhuma estratégia envelhece sozinha. Ela envelhece na velocidade exata em que a sua empresa cresce.

O que te trouxe até aqui não é o que vai te levar adiante. É exatamente o que está travando.

E o tamanho que você quer no ano que vem já está sendo decidido pela estratégia de hoje.

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25/06/2026

Minha principal formação não teve diploma

Minha principal formação não teve diploma.
Teve graxa.

Antes dos cargos, dos conselhos, das negociações internacionais e do M&A, houve um chão de oficina.

Foi ali que aprendi uma das verdades mais duras sobre empresas familiares: sobrenome abre conversa, mas não sustenta autoridade.

Aos 22 anos, para construir uma oficina dentro da maior borracharia do Nordeste, precisei convencer meu próprio avô. E, justamente por ser da família, não havia espaço para improviso.

Tive que chegar com número.
Com tese.
Com evidência.
Com execução.

Ali nasceram algumas das forças que carrego até hoje: provar com dados, transformar operação em escala, negociar sem destruir valor, padronizar processos e construir empresas que conseguem andar sem depender de uma única pessoa.

Depois vieram cursos, conselhos, energia, São Paulo, China, Europa, M&A, governança e empresas familiares.

Mas a origem foi outra.

A origem foi aprender que clareza estratégica não nasce no discurso.
Nasce quando você precisa resolver problema real, com gente real, cliente real, pressão real e margem real.

Autoridade não se herda.
Se demonstra.

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24/06/2026

O movimento que te tirou a frente não era genial. Era o seu. Você só não executou primeiro

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O movimento que te tirou a frente não era genial. Era o seu. Você só não executou primeiro.

Quando montei uma das minhas empresas, desenhei um planejamento robusto. Cada vertente, cada fase, tudo mapeado antes de começar. Só que o capital era limitado. Então fui executando por etapas, e estava tudo rodando dentro do previsto.

O que eu não coloquei na conta foi o concorrente. Mesma ideia, mesmo desenho, quase uma cópia do meu plano. A diferença é que, para ele, capital não era problema. Enquanto eu avançava por fases, ele executou o plano inteiro de uma vez.

A verdade incômoda do mercado é essa: os caminhos estratégicos são quase todos os mesmos. Você e seu concorrente enxergam as mesmas rotas. O que separa os dois não é a ideia. É a velocidade de execução e a velocidade de decisão. É onde Business Strategy deixa de ser planejamento e vira quem chega primeiro.

No meu caso, não foi falta de decisão. Foi não ter como executar 100% do plano de uma vez. Eu decidi. Só não tinha capital para correr na mesma velocidade.

Hoje, olhando outras empresas, vejo um problema diferente. E pior. Não é capital. É decisão. Donos que, com medo de variáveis demais, não assumem o risco. E ficam para trás sem entender o porquê.

A pergunta que separa quem lidera de quem corre atrás:
• O movimento que o concorrente fez essa semana, há quanto tempo estava parado na sua mesa?
• A estratégia que você não decidiu, o mercado já decidiu por você?
• Quem está testando na prática a hipótese que você ainda debate em reunião?

O problema nunca foi falta de clareza. Foi transformar clareza em adiamento.

Não existe estratégia adiada. Existe estratégia que o mercado executou sem você.

E ele não esperou você decidir para começar.

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23/06/2026

Quase toda reunião de estratégia está, no fundo, discutindo execução

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Quase toda reunião que se chama de estratégia está, no fundo, discutindo execução.

Plano de ação e estratégia não ocupam o mesmo lugar. O plano serve ao presente: chão de fábrica, meta, rotina de quem entrega. A estratégia serve à direção, e direção só se constrói lendo o que ainda não aconteceu: política, economia, o próximo movimento de quem regula o seu setor. É aí que entra Business Strategy de verdade, a diferença entre antecipar o cenário e correr atrás dele depois.

No acompanhamento de Corporate Governance, o que mais vejo é plano do ano passado rodando num mundo que já mudou de assunto.

E 2026 mudou de assunto rápido. Ano eleitoral aqui, Copa no meio, conflitos abertos lá fora, eleição de meio de mandato americana no fim. Cada uma dessas peças mexe em câmbio, juro e confiança ao mesmo tempo. Sua estratégia precisa ser a mais afiada que você já desenhou. Não a que ficou pronta e nunca mais foi tocada.

Antes de defender a sua, responda quatro perguntas:
• Você está revisando a estratégia, ou só atualizando o cronograma de quem executa?
• Quantas alternativas reais chegaram à mesa antes da que você bateu o martelo?
• Existe um movimento óbvio que ninguém propõe, só para não ser o primeiro a assumir?
• Você tem rota para o ano 0, o ano 3 e o ano 5, ou o plano acaba no próximo fechamento?

A estratégia que ninguém revisa não envelhece devagar. Envelhece de uma eleição para a outra.

Quem corrige a rota só quando o susto chega não está decidindo. Está apostando.

E o ano que vai cobrar essa conta já começou.

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22/06/2026

Entrei no melhor mercado para alguém como eu. E no pior, ao mesmo tempo

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Entrei no melhor mercado para alguém como eu. E no pior, ao mesmo tempo.

Setembro de 2021. Selic abaixo de 5%, capital barato, crescimento de três dígitos, um setor que parecia desenhado para o meu perfil. O mais regulado que enfrentei na vida, mas regulação era justamente o que eu lia bem. Cheguei, executei, entreguei. Estava tudo certo.

E foi exatamente aí que cometi meu maior erro: confundir o mercado que eu tinha entendido com o mercado que existia.

Em poucos meses o chão se moveu. O dólar, moeda que comanda o setor inteiro, disparou. A Selic subiu e transformou cada hesitação em custo. Uma lei nova aprovada para 2023 entrou no jogo, e o medo dela virou argumento de venda do concorrente.

O plano que eu tinha não estava errado. Estava velho. Velho em questão de meses. O mercado não esperou eu terminar de executar para mudar as regras.

Então o planejamento estratégico deixou de ser anual e virou trimestral. Três meses para ler o novo cenário, desenhar a resposta e executar antes que ela vencesse. Cinco versões em um único ano, quando Trump entrou e a geopolítica assumiu o leme do setor.

A empresa segue firme. O mar acalmou, saí do executivo e me dediquei aos conselhos. Esse ciclo afiou minha leitura estratégica e geopolítica a um nível que eu não imaginava alcançar.

Agora vira para dentro.

• O que roda hoje é decisão sua, ou herança que ninguém teve coragem de tocar?
• O que mudou nos últimos doze meses que o seu plano ainda finge não enxergar?
• Quem está testando na prática a hipótese que você ainda debate em reunião?
• Quanto já custou, em caixa e em posição, a versão que você empurrou para o próximo trimestre?

Quem não revisa a estratégia no ritmo do mercado não perde o plano. Perde o leme.

Quem domina a sua empresa: o acaso ou você?

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19/06/2026

Não decidir é mais caro que decidir errado

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Não decidir é mais caro que decidir errado.

Existe um momento que não aparece em relatório nenhum. O problema já foi identificado. A liderança já sabe. Todo mundo na mesa reconhece. E a decisão não vem.

Enquanto ela não vem, o custo cresce. Invisível, todo dia um pouco maior.

Não falta análise. O diagnóstico já foi feito. O que continua em aberto é a decisão. E adiar o que já está claro tem preço:

• Caixa absorvendo erros que já poderiam ter sido eliminados.
• Margem comprimida por escolhas que ninguém teve coragem de revisar.
• Crescimento sustentando distorções que enfraquecem o negócio no médio prazo.

Isso não é falta de capacidade. É tolerância com o que já deveria ter sido corrigido.

A semana inteira foi sobre mercado. Conhecer o seu, ler o concorrente, enxergar as forças externas. Tudo isso é clareza. E clareza nenhuma substitui uma decisão.

A pergunta não é o que ainda falta entender. É o que você já entendeu, e continua adiando.

O custo não espera a sua decisão. Ele já começou.

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17/06/2026

Seu concorrente é a sua melhor fonte de análise. E você ignora isso

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Seu concorrente é a sua melhor fonte de análise. E você ignora isso.

Quando ele melhora, está te dizendo uma coisa simples: começou a te deixar pra trás. Mas o ego não aceita aprender com quem ele decidiu chamar de rival.

No passado, eu tomei uma decisão fora do normal. Eu era alvo dos concorrentes, e toda vez que eles precisavam de espaço, eu perdia. Foi quando criei um centro de treinamento aberto a todos, não só pra mim.

Em vez de deixar que me puxassem pra baixo, comecei a nivelar a concorrência por cima.

Quando você eleva o jogo, o padrão do mercado passa a ser você. E quem dita o padrão não corre atrás dele.

Então a pergunta é só uma, e ela não tem meio-termo:
• Você está puxando o mercado pra baixo pra sobreviver mais um pouco.
• Está sendo puxado, e chama isso de concorrência desleal.
• Ou está parado no tempo, achando que isso é estabilidade.

Quem busca seguir um padrão vive a um passo atrás. Quem busca ser o melhor vira o padrão.

O mercado não pertence a quem acompanha. Pertence a quem obriga o resto a acompanhar.

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16/06/2026

Você sabe por que o seu cliente parou de entrar na sua loja?

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Você sabe por que o seu cliente parou de entrar na sua loja?

Talvez tenha ido pro concorrente. Preço menor, atendimento melhor, mais perto de casa. Ou talvez você nem saiba.

Olhando pro lado, a gente fica preso na grama do vizinho. E esquece de olhar pra rua. Dentro de cada carro que passa vai um cliente seu, decidindo onde gastar.

A parte chata de ouvir é essa: hoje o seu maior concorrente pode não vender nada do que você vende. Pode ser a Disney. Pode ser Dubai.

A informação ficou acessível demais, a distração também. E o poder de compra encolheu. Antes de entrar na sua loja, o cliente já decidiu onde alocar o dinheiro. Sem relevância, você não entra na lista.

A casa que tinha dois carros passou a dividir um e chamar Uber. No fim do ano, sobra pra viagem.

O seu cliente não escolhe entre você e o concorrente. Escolhe onde o dinheiro rende mais.

E a régua dessa escolha não está no seu setor.

Quem não muda com ela não é vencido pelo concorrente. É esquecido pelo cliente.

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15/06/2026

Você não conhece o seu mercado. Conhece a rotina que montou dentro dele

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Você não conhece o seu mercado. Conhece a rotina que montou dentro dele.

Quando você abriu, estudou tudo. Praça, concorrente, fornecedor, margem. Fez com o cuidado de quem queria ser o melhor da região.

Depois o dia a dia chegou. O estudo virou memória, a memória virou certeza, e você parou de olhar porque acha que já olhou.

Mas o mercado é um rio. A água que você mapeou ontem já não é a que corre hoje. E a sua growth strategy continua a do dia em que o sonho era novo.

Faturar não é ler o mercado. É o anestésico que faz você parar de ler.

Você confia no mapa que desenhou. E enquanto confia:
• O vizinho copiou os seus defeitos e corrigiu cada um.
• O fornecedor de confiança foi superado, e ninguém te avisou.
• A regra mudou, a carga tributária mudou, e a sua operação não.

Quem atravessa o tempo muda antes de o mercado mudar por ele.

Respeite o mercado. Ele não respeita você.

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11/06/2026

Ontem parei a agenda para escrever um método que não vende nada

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Ontem parei a agenda para escrever um método que não vende nada.

Não é curso. Não é infoproduto.

É uma estrutura de leitura: perguntas que revelam quem decide, como decide e o que trava, antes de eu entrar em um conselho.

Anos dentro de empresas familiares e de donos que cresceram no instinto me ensinaram uma coisa: o tamanho da empresa não importa. O comportamento do decisor importa.

Um conselheiro que não sabe com quem está lidando não aconselha. Assiste.

E escrevendo cada pergunta, vi o retrato de quase todo dono:

• O dia inteiro dentro da operação, nenhuma hora protegida para pensar o negócio. A agenda dele decide por ele.
• Decisões empilhadas sem critério, enquanto o caixa financia o adiamento.
• Uma empresa que cresceu, e um decisor que nunca parou para entender como ele mesmo age.

Clareza não é insight. É rotina.

A hora mais sagrada da agenda de um dono não é a reunião comercial. É a hora em que ele para a operação para enxergar a própria empresa, e a si mesmo dentro dela.

Quem nunca para já está pagando por isso. Só ainda não fechou a conta.

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