Você está confundindo conforto com estratégia, e isso está custando caro
O maior risco não é sair de uma estrutura. É permanecer nela sem questionar.
Há cinco anos, tomei uma decisão que, para muitos, parecia improvável: sair de um caminho preparado dentro de uma empresa familiar. Não foi um movimento impulsivo. Foi uma decisão consciente de não aceitar previsibilidade sem sentido.
Desde então, a jornada deixou de ser sobre estabilidade e passou a ser sobre construção. O que começou como busca por espaço evoluiu para sociedade em uma empresa de energia renovável. Depois, novas frentes. E, com o tempo, uma atuação mais clara: advisor, Conselheiro, alguém chamado quando decisões precisam ser tomadas com mais lucidez.
Existe um ponto que poucos admitem: o mundo fora da estrutura é mais duro. Mas é onde o jogo acontece de verdade.
E há um paradoxo nesse processo. Quem não consegue parar dificilmente constrói algo consistente. Porque crescer não é sobre velocidade. É sobre direção.
O mercado não recompensa esforço. Recompensa clareza, consistência e capacidade de sustentar decisões quando não há garantia nenhuma.
Minha trajetória não é linear. E não precisa ser. Mas ela tem algo que considero essencial: intenção.
Hoje, mais do que construir meus próprios caminhos, atuo ajudando empresas e lideranças a tomarem decisões melhores, principalmente quando o cenário não está claro.
Porque, no final, tudo começa ali. Na decisão.