Posicionamento é o que falam de você nos bastidores






Posicionamento não é o que você posta. É o que as pessoas falam de você nos bastidores.
Hoje estive na Imersão Sênior Club Brasil, no Dinastia Hub.
Carol Paiffer passou três horas destruindo a narrativa de que posicionamento é presença digital.
A frase que ficou:
"Não adianta quantidade de networking. O que importa é a qualidade de quem lembra de você, e por qual razão."
Ela foi direta: acumulou oito pastas de cartão de visita ao longo de 20 anos. Não lembra da maioria. Não porque esqueceu, mas porque aquelas conexões nunca foram reais. Foram volume sem intenção.
O que constrói posicionamento de verdade não é o evento que você frequenta. É a escolha deliberada do que você recusa.
Carol escolheu eventos que não poderiam contaminar sua marca. Não porque não tinha proposta, porque tinha várias. Mas porque posicionamento se protege pelo que você rejeita, não pelo que você aceita.
Isso tem peso diferente quando vem de quem foi Shark por sete temporadas, abriu capital na bolsa aos 30 e construiu um ecossistema de 115 empresas investidas.
A empresa que não tem posicionamento claro gasta mais em marketing, converte menos e conversa com o cliente errado.
Ela não perde para o concorrente. Perde para a própria inércia.
À tarde, visita à G4 Club. O que se vê numa operação dessa escala de dentro não cabe em case. Cabe em decisão.
Obrigado ao Carlos Mororó e à Grupo Camarmo por construir um ambiente onde esse nível de conversa acontece entre pessoas que já decidiram construir, e ainda estão construindo.
Ambiente certo não inspira. Exige.
Publicado também no LinkedIn, onde a conversa continua nos comentários.
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