A decisão pode ser aconselhada. A consequência, não

A decisão pode ser aconselhada. A consequência, não.
Esse é o ponto que muita gente só entende quando chega à cadeira principal.
Enquanto a decisão ainda está em debate, todos opinam: conselheiros, sócios, mentores, especialistas, amigos e pessoas bem-intencionadas. Mas quando a decisão produz efeito sobre caixa, pessoas, reputação, crescimento e futuro, a responsabilidade volta para uma única pessoa.
É aí que nasce a solidão do poder.
Não como drama. Como estrutura.
Publiquei uma nova versão do meu artigo sobre esse tema porque a primeira ainda tentava suavizar uma verdade que não precisa de conforto: liderar exige escuta, mas também exige a capacidade de sustentar sozinho a consequência final.
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